Clube argumenta que proibição da operação das casas de apostas no País prejudica finanças e tem tese acatada pelo TRT-1
Jogador revela vício em apostas e critica excesso de propagandas: ‘Gera valor em cima do sofrimento’
O Fluminense conseguiu adiar o pagamento de R$ 1,35 milhão, referente a uma parcela em uma ação trabalhista, após pedir um prazo maior, argumentando ter suas finanças prejudicadas pela suspensão das bets no Brasil. O clube é patrocinado pela Superbet, que, assim como as outras empresas do setor, não pode operar ou expor suas marcas no País a partir de uma medida provisória do governo federal.
Michel Henrique desabafa sobre ludopatia, transtorno reconhecido pela OMS desde 2018. Crédito: Estadão
A ação é uma centralização de execuções trabalhistas em favor do Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro. Segundo decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), o Fluminense terá de quitar a parcela de setembro até o dia 30 de outubro, junto ao pagamento deste mês, que é de R$ 1,5 milhão.

